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Guia rápido de apoio ao estudante

Para além das Bolsas de Estudo e dos Apoios de Emergência, o estudante possui uma rede de alternativas a que pode sempre recorrer.


As Bolsas de Estudo são o principal apoio a estudantes e famílias. As candidaturas às bolsas de estudo decorrem entre 25 de junho e 30 de setembro de 2016. Se o estudante só se inscrever depois de dia 30 de setembro (ou mesmo que o faça antes desta data) terá 20 úteis depois da inscrição para efetuar a candidatura.

O site da Direção-Geral de Ensino Superior (DGES) disponibiliza uma ferramenta que permite fazer um cálculo aproximado do valor da bolsa de estudo a que o aluno terá direito, mas a DGES alerta que os “resultados obtidos são meramente indicativos” e não são vinculativos.

Mas não são as únicas formas de apoio.

O estudante pode requerer Complementos de Bolsa a estudantes deslocados ou com necessidades educativas especiais. Neste critério enquadra-se também o benefício anual de transporte. Também para responder a situações urgentes, foram criados apoios de caráter excepcional,  tais como os auxílios de emergência

Segundo notícia do Observador, existem também apoios prestados por instituições, organizações e empresas a nível local, a saber:

A ANA – Aeroportos de Portugal, no quadro da sua Política de Responsabilidade Social, atribui desde 2012 bolsas de estudo, no valor de três mil euros por ano, a alunos que queiram ingressar no primeiro ano do ensino superior. Os estudantes — exclusivamente de escolas públicas — terão de ter completado o 12.º ano com uma média igual ou superior a 14 valores, ter até 20 anos de idade e residir num concelho limítrofe de um aeroporto da ANA.

A AMI – Assistência Médica Internacional teve no ano de 2015 um fundo de apoio a estudantes universitários para o pagamento de propinas e prevê ter um apoio semelhante para o ano letivo 2016/2017 (a ser divulgado em agosto ou setembro). Em 2015, o período de candidatura decorreu entre 1 de setembro a 31 de outubro e permitiu apoiar 24 estudantes de todo o país.

O European Funding Guide tem uma lista de mais 12 mil bolsas e prémios para estudantes da União Europeia. Cada estudante poderá colocar os seus dados para procurar os apoios disponíveis para a sua situação específica.

Uma alternativa pode ser recorrer a uma plataforma de angariação de fundos (crowdfunding) para conseguir juntar dinheiro suficiente para pagar as propinas e outras despesas inerentes ao período de estudos. Em Portugal não é comum, mas nos Estados Unidos é cada vez mais frequentes, refere o site Canal Superior.

Os estudantes também podem recorrer a um empréstimo bancário específico para estudantes, que podem variar entre mil e cinco mil euros por ano. “Os empréstimos são concedidos sem necessidade de recorrer a avales e garantias patrimoniais, beneficiando de uma taxa de juro mínima, com um spread máximo de 1%”, refere o site da Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário (CESPU). Os estudantes terão de fazer o reembolso do empréstimo entre seis a 10 anos após a conclusão do curso, mas podem usufruir de pelo menos um ano de carência de capital. A divulgação é feita diretamente pelos bancos envolvidos, como Caixa Geral de Depósitos, Millenium BCP, Santander-Totta, BPI, Montepio Geral, Crédito Agrícola ou Banco Comercial dos Açores.

Para informações sobre  os gastos comuns de frequentar o Ensino Superior consulte o artigo do Observador Quanto custa comer, dormir e estudar? Os custos a ter em conta no ensino superior.

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gestor@mail.pt

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